Pesquisar este blog

segunda-feira, 15 de junho de 2009

INFERNO NACIONAL


Caros leitores, prestem atenção nesse texto abaixo, e repare como no Brasil nada funciona...


Diz que era uma vez um camarada que abotoou o paletó. Em vida o falecido foi muito dado a falcatrua,chegou a ser vereador pelo PTB, foi diretor do instituto de previdência, foi amigo do Tenôrio,enfim... ao morrer nem conversou: foi direto para o inferno. Em lé chegando, pediu audiência a Satanás e perguntou:


- Qual é o lance aqui?


Satanás explicou que o inferno estava dividido em diversos departamentos, cada um administrado por um país, mas o falecido não precisava ficar no departamento administrado pelo seu país de origem.


Podia ficar no departamento do país que escolhesse. Ele agradeceu muito e disse a Satanás que ia dar uma voltinha para escolher seu departamento.


Está claro que saiu do gabinete do Diabo e foi logo para o departamento dos ESTADOS UNIDOS, achando que lá devia ser mais organizado o inferninho que lhe caberia para toda eternidade... Entrou no departamento dos ESTADOS UNIDOS e perguntou como era o regime ali.


Quinhetas chibatadas pala manhã, depois passar duas horas num forno de 200 graus, na parte da tarde, ficar numa geladeira de 100 graus abaixo de zero até as 3 horas, e voltar ao forno de 200 graus. o falecido ficou besta e tratou de fora, em busca de um departamento menos rigoroso, esteve no da RÚSSIA, no da JAPÃO, no da FRANÇA, mas tudo era a mesma coisa. Foi ai que lhe disseram que tudo era igual, a divisão em departamentos era apenas para facilitar o serviço no inferno, mas em todo lugar o regime era o mesmo 500 chibatadas, forno de 200 graus e geladeira de 100 graus negativos e depois forno de 200 graus de novo.


O falecido já caminhava desconsolado por uma rua infernal, quando viu um departamento com o nome de BRASIL, e notou que a fila estava maior que dos outros departamentos, pensou com suas chaminhas: "aqui tem peixe por baixo do angú" entrou na fila e começou a chatear o camarada da frente, perguntano por que a fila era maior e os enfileirados menos tristes. O camarada da frente fingia que não ouvia, mas ele tanto insistiu que o outro, com medo de chamarem atenção, disse baixinho:


-Fica no moita, e não espalha não. O forno daqui está quebrado e a geladeira anda meio enguiçada. Não dá mais de 35

graus por dia.


-E as 500 chibatadas? - perguntou o falecido.


-Ah... o sujeito desse serviço vem aki de manhã, assina o ponto e cai fora.


Então caro amigos leitores esse texto trás de uma forma, aminada e descontraida, a realidade da politica Brasileira,

onde a maioria das coisas de fato "não funcionam" os funcionarios públicos que o digam. Obrigado.
KAIKE BARRETO


7 comentários:

  1. que passagem narrativa mostram ess uso de lingua colonial?

    ResponderExcluir
  2. COMO FAZER A DESCRIÇÃO DE UM PARECIDO????

    ResponderExcluir
  3. eu e minha turma da escola vamo apresentar um peça teatral com essa história e ela ficou muito engraçda sendo contada desta maneira!!!
    é ótimo para mostrar o que é o nosso pais!! rs

    ResponderExcluir
  4. Eu e as mEnInA DA MiNHa sALa vAI FaZeR uM cOMeNtArIo SoBer Es iStOrIa iNfErNo nAcIONAL!!!

    ResponderExcluir
  5. NoS FaZeMoS EsSe cOmENTaRiO PaRa tOdOs qUe gOsTA De LeR,ChIbAtADaS e ReAlIzAdAl cOm IfErNo nAcIonAl
    bElO HoRiZoNeTe QuErEmOs mAiS ChAnCe De tE mAiS LiVrOs bOm cOm eSsE AdOrO EsSea iStOrIa QuErEmOs a GradEcEr eSsE CaRa Ou muLhEr PoRQuE DeU aChAcE dE nOs cOnHECEr cOiSa NoVa ♥

    ResponderExcluir
  6. Estou as ordens, precisando é só me procurar.

    ResponderExcluir
  7. Esse texto caiu no Saresp, 27/11/12 3ºano ensino medio muito bom.

    ResponderExcluir